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A quem interessar possa

sábado, janeiro 31, 2009

Dúvida Jurídica

Baixar filmes ilegalmente é roubo, ok.
E se o filme for pornô?
É estupro?

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segunda-feira, janeiro 12, 2009

Passarinho que come pedra

É muito triste ver uma população civil ser massacrada da forma que está acontecendo hoje. De forma alguma eu diria que é certo matar todos que se encontrarem no caminho para atingir um objetivo, os fins não justificam os meios. Especialmente quando vivenciamos sempre os meios, raramente chegando a fim algum.

Israel deveria buscar alguma outra forma de combater o extremismo, para seu próprio bem. Digo combater o extremismo porque o extremismo é o problema, o terrorismo é apenas o método que eles empregam atualmente. Se eles deixarem de usar o terrorismo, o combate ao extremismo continuará a ser algo importante.

Mas daí a defender terroristas e sentir peninha de quem votou nos terroristas já é pedir demais. É difícil dizer isso, especialmente sabendo que se o Hamas foi eleito democraticamente certamente houve alguma oposição entre os palestinos, mas eu tenho certeza de que se o governo do estado Rio de Janeiro decidisse atacar São Paulo eu procuraria sair daqui rapidinho para evitar o pior.

terça-feira, janeiro 06, 2009

Home fornicating is killing the prostitution business

fonte: chkno.net
Eu pensei, ao ler um artigo no mínimo intrigante nO Globo (o próprio link para um site de clipping já seria uma violação de direitos autorais, não?), em escrever algo sobre como o desespero daqueles que dependem de direitos autorais para viver está tornando este debate absurdo. Mas por coincidência tudo o que eu pretendia dizer acabou de ser dito. O mais importante é que se avalie as leis medindo os seus incentivos e não suas justificativas morais.

O que mais me chama a atenção na matéria da Revista Digital dO Globo (que fala de quase tudo, menos de tecnologia em si) é a frase "Comprar livros online não é somente moralmente dúbio, mas trágico". Quem a disse é alguém que fez história no mercado da venda de livros e supostamente tem uma cabeça aberta a idéias liberais, que lutou pelo livre empreendimento, freqüentemente em oposição a grandes corporações que dominavam o mercado onde atuava (eventualmente ele perdeu). Felizmente ele não se tornou o tipo de mau perdedor que culpa o capitalismo por todos os seus problemas, mas ainda assim decidiu que alguém deveria ser culpado.

O que imagino agora é que, seguindo a mesma lógica que condena a revenda de livros de segunda mão, se torne moralmente dúbio revender eletrodomésticos usados. Afinal de contas ao comprar uma TV de segunda mão ninguém está recompensando os cientistas e engenheiros que trabalharam duro para tornar realidade as tecnologias empregadas. E o marceneiro que fez a sua mesa de jantar? Será que ele merece ser recompensado toda vez que a mesa que ele fez mudar de mãos? Essa extrapolação ridícula corre o risco de invalidar os esforços de todos aqueles que realmente têm boas razões para querer impedir as trocas de arquivos que violam direitos autorais.

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