.

A quem interessar possa

quinta-feira, maio 28, 2009

A Ressurreção da velhinha

Quando o Veríssimo anunciou a morte da velhinha de Taubaté em 2005, pensava-se que tinha sido de desgosto. Eu nem fiquei sabendo disso na época, mas o Cláudio Shikida teve a bela iniciativa de indagar-se se isso se tratou de morte natural ou uma forma branda de crime político literário. Talvez o tenha percebido que a partir dali as atividades da tal velhinha começariam a trazer problemas.
Mas agora, pensando bem, eu vejo que a Velhinha de Taubaté não é mais necessária mesmo. Tem vários velhinhos, velhinhas e não tão velhinhos assim assumindo seu papel todos os dias em todos os jornais. Aliás, o velhinho de Porto Alegre revela crenças muito parecidas com as da colega de Taubaté todos os dias no mesmo jornal, na mesma página. E melhor, sem o tom sarcástico.

Marcadores: ,

quinta-feira, maio 21, 2009

A grama do vizinho...

Enquanto eu me mordo de inveja de quem mora em cidades onde é possível não ter um vizinho em cima e outro em baixo, e não dar de cara com um engarrafamento na porta de casa (ou melhor, na porta do prédio); eu vejo isso:



Eis que o pessoal dos subúrbios americanos quer viver em Copacabana. Ei! Se misturar os dois vira a Barra da Tijuca! Ou, se a mistura der certo, o Plateau Mont-Royal. Aqui no Rio não conheço nenhum bairro utópico como o idealizado no vídeo, mas eles estão espalhados pelo mundo todo. O mais próximo disso que eu já vi por aqui fica na Zona Norte ou na Zona Oeste (nominalmente: Vila da Penha e Vila Valqueire), mas tem todos os problemas apresentados no vídeo e outros ainda piores.

Marcadores: